Dólar: GASTOS do Governo Influenciam na ALTA da moeda

Confira algumas das razões da alta impressionante do dólar em 2024

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O dólar americano, que sempre acaba sendo um termômetro crucial para economias emergentes como o Brasil, testemunhou uma recente queda em seu valor em comparação ao real brasileiro. No último pregão, a moeda norte-americana apresentou uma baixa de 1,72%, sendo cotada a R$ 5,569. Apesar dessa variação positiva para o real, ela não apaga o visível aumento de mais de 14% no valor do dólar ao longo de 2024.

Essa ascensão do dólar teve início em abril, impulsionada por mudanças nas metas fiscais pelo governo brasileiro, fato que estimulou preocupações entre os investidores quanto ao alcance do equilíbrio das contas públicas. Paralelamente, anúncios do Federal Reserve (Fed) dos Estados Unidos sobre adiar cortes esperados nas taxas de juros também desempenharam papel crucial nesta dinâmica.

Por que o Real Perdeu Valor Frente ao Dólar?

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Veja tudo sobre a alta no dólar. (Fonte: InfoMoney)

Uma série de fatores internos tem colaborado para essa perpendicular baixa do real. Recentemente, o governo ajustou a meta fiscal de 2025, mudando de um superávit primário de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) para um déficit zero. Essa alteração, aliada à ausência de medidas eficientes para a redução de gastos, vem comprometendo a imagem fiscal do país.

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Impacto das Decisões de Política Monetária sobre o Câmbio

O desequilíbrio fiscal se traduz diretamente no desempenho cambial. “A falta de comprometimento com as contas públicas repercute negativamente na imagem do país, gerando crises institucionais que, por sua vez, deterioram a confiança e impulsionam a volatilidade do câmbio”, detalha Cristiane Quartaroli, estrategista de câmbio e economista-chefe do Ouribank.

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Qual é a Reação do Mercado Financeiro?

O impacto dessas incertezas não se limita apenas ao câmbio, mas afeta outros ativos financeiros no país. Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating, aponta que a Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa) e a curva de juros também têm mostrado sinais de instabilidade, influenciados tanto por fatores internos quanto externos, como as altas taxas de juros nos EUA e conflitos geopolíticos globais.

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Agostini ainda sublinha a persistência desta situação de risco elevado no Brasil e a importância de uma postura resiliente no que diz respeito à gestão fiscal como essenciais para atrair e manter investimentos estrangeiros e locais. “O cenário de risco pode levar mais investidores a buscar mercados considerados mais seguros, principalmente em tempos de turbulência global”, finaliza.

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Enquanto aguardamos os próximos capítulos da economia brasileira, o compasso de espera fica por conta das ações governamentais no que tange às contas públicas e sua capacidade de gerar um ambiente mais seguro e atrativo para investimentos. A esperança de uma política fiscal mais sólida é a chave para estabilizar e talvez fortalecer o real frente ao dólar nos próximos anos.

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